ARTIGOS PUBLICADOS

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Acompanhe nossa trajetória acadêmica! Reunimos aqui nossos principais artigos publicados em periódicos e revistas especializadas em arquitetura e urbanismo, comunicações em eventos e trabalhos produzidos em parceria com outros pesquisadores e parceiros. Deixamos, inclusive, nossos links para consulta nos perfis do Google Acadêmico, Research Gate e Academia.edu.

Boa leitura! 

ARTE, ARQUITETURA E CIDADE A PARTIR DA FUNDAÇÃO GUGGENHEIM

Brazilian Journal of Development (fev. 2021)

O século XX foi marcado pelos impactos da modernização e da industrialização, propiciando uma série de questionamentos acerca das consequências da produção serial no campo das artes, arquitetura e cidade. O crescimento da cultura pop norte-americana, associado ao contexto de crise do objeto, da arte e da cidade, relaciona-

se diretamente à produção da arquitetura e do espaço urbano, que passam a assumir características dos meios de comunicação de massas. O atributo da imageabilidade torna-se um elemento fundamental para a circulação de imagens arquitetônicas nas dinâmicas do turismo

globalizado. O presente estudo pretende analisar as conexões estabelecidas entre arte, arquitetura e cidade por meio da investigação do conjunto de ações empreendidas pela Fundação Solomon R.

Guggenheim, considerando tanto os projetos construídos, como os abandonados ou inconclusos.

As principais fontes consultadas foram projetos

arquitetônicos, bibliografia de referência,

artigos divulgados em mídia especializada e

reportagens de jornais. Por este estudo

, pretendemos esclarecer os processos de seleção

dos arquitetos e das cidades a receberem os projetos Guggenheim, aprofundando as

relações estabelecidas com o campo da

s artes, que podem envolver duas estratégias

fundamentais: o entendimento da arquitetura enquanto objeto artístico e a realização de

exposições com museografia assinada por arquitetos envolvidos no lançamento de futuros

museus.

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MUSEU COMO FENÔMENO DE MASSAS: ARTE, ARQUITETURA E CIDADE.

Capítulo de Livro (E-book). Ponta Grossa, São Paulo. Editora Atena, 2018. 

O século XX foi marcado pelos impactos da modernização e da industrialização, propiciando uma série de questionamentos acerca das consequências da produção serial no campo das artes, arquitetura e cidade. O crescimento da cultura pop norte-americana, associado ao contexto de crise do objeto, da arte e da cidade, relaciona-se diretamente à produção da arquitetura e do espaço urbano, que passam a assumir características dos meios de comunicação de massas. Observa-se a emergência de um paradoxo entre a sociedade midiática do consumo, a crise do conceito de historicidade e a concomitante valorização e difusão das instituições museológicas a partir da década de 1960. Logo, a questão principal suscitada por esta reflexão é compreender como os museus se inserem no contexto da sociedade de massas. 

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ARQUITETURA, ACERVO E PÚBLICO NO MUSEU CONTEMPORÂNEO 

Revista do Programa de Pós-Graduação da

FAU USP (mar 2017)

A análise do processo de transformação do espaço do museu a partir da ampla utilização de recursos tecnológicos, cenográficos e interativos, garantindo a aproximação do grande público a partir de artifícios como projeções, vídeos e terminais multimídia, consiste no objetivo principal deste artigo. Dentro desse contexto, três exemplos significativos são trazidos para subsidiar as reflexões propostas: o Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, 2006), o Museu do Futebol (São Paulo, 2008) e o Museu do Cinema (Turim, 2000). Os casos escolhidos foram considerados como representativos da utilização de tecnologia expográfica para o tratamento de temas imateriais. Busca-se responder às seguintes perguntas: que possibilidades surgem a partir da relação entre público, espaço e novas tecnologias? É possível pensar na formação de um campo de experimentação artística autônomo? Qual o papel da arquitetura nesse contexto? Deste modo, o artigo se estruturará a partir dos enfoques: arquitetura, acervo e público, visando à compreensão das novas questões que se colocam para os museus na contemporaneidade.

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INTERATIVIDADE, TECNOLOGIAS DIGITAIS E ACERVO NO ESPAÇO EXPOSITIVO

Brazilian Journal of Development (mar. 2021)

Estratégias de design museográfico interativo, integrando tecnologias digitais a artefatos e

instalações, vem sendo amplamente utilizadas no espaço expositivo contemporâneo, explorando novas possibilidades de relação entre público e acervo museológico; permitindo distintas formas de apropriação, percepção e ressignificação do objeto museal. O artigo pretende analisar comparativamente a relação estabelecida entre a mediação tecnológica interativa em função da natureza do acervo apresentado: material ou digital. Para tanto, partiu de dois casos de referência brasileiros escolhidos para análise: a

experiência “A Voz da Arte” (Pinacoteca do Estado do São Paulo, 2017); e a seção “Amanhãs” (Museu do Amanhã, 2015). A análise parte da observação sistemática do processo de visitação e da elaboração de entrevistas com o público. Desta maneira, pretende-se aprofundar o entendimento acerca das estratégias de design museográfico

aplicadas a distintas modalidades de acervo museológico, compreendendo aspectos

relevantes para o entendimento das formas de interação humana em relação à tecnologia.

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A INTERATIVIDADE NO ESPAÇO EXPOSITIVO: OS CASOS DO MUSEU DO FUTEBOL E DO MUSEU DO AMANHÃ

I Seminário em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo PPG FAU USP

(mar. 2021). 

O conceito de interatividade tem sido amplamente utilizado como premissa para a estruturação institucional de museus, sendo comumente introduzido no espaço museológico nas décadas recentes. A museografia interativa frequentemente aparece como alternativa para a apresentação de acervos formados a partir de bancos de dados digitais, participando ativamente da formação de museus encarados como centros de referências e da constituição das narrativas museais. Embora a interatividade em museus seja um tema recorrente em estudos acadêmicos recentes, a relação entre o conceito e o projeto de arquitetura de museus ainda constitui uma questão passível de investigação. Por esse motivo, constitui o centro principal deste artigo investigar a relação entre o conceito de interatividade e o projeto de arquitetura, tendo como foco principal a análise do contexto brasileiro a partir dos casos de referência selecionados: Museu do Futebol (São Paulo, 2008) e Museu do Amanhã (Rio de Janeiro, 2015).

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TRANSARQUITETÔNICA: UM OLHAR SOBRE A ARQUITETURA (BRASILEIRA)

www.archdaily.com.br (dez 2016)

A dificuldade de se pensar sobre a arquitetura brasileira vem sendo enfrentada continuamente por arquitetos, historiadores, teóricos, críticos e pelos demais profissionais que se detém a analisar reflexivamente as amplas questões relacionadas ao tema. Nesse sentido, o olhar artístico, ao tangenciar e instigar reflexões sobre o assunto, também pode contribuir para os debates em curso sobre a historiografia da arquitetura brasileira. Para tanto, pode-se tomar como exemplo a obra “Transarquitetônica”, proposta pelo artista Henrique Oliveira, em 2014, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. 

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O CONCEITO DE FATO MUSEAL E O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

Brazilian Journal of Development (jul. 2020)

A definição dos princípios teóricos que delimitam a museologia enquanto disciplina parte de discussões

desenvolvidas sobretudo a partir da segunda metade do século XX. Nesse contexto, o pensamento de Waldisa Rússio Guarnieri contribui para a compreensão das especificidades da museologia a partir da elaboração do conceito de fato museal, que enfatiza a importância da

relação entre homem, objeto e cenário para o estabelecimento das relações museológicas. Se

por um lado o fato museal ainda se mostra  consistente para o pensamento contemporâneo da

museologia; por outro, vem sendo criadas diversos museus que adotam tecnologias da comunicação para a exposição de acervos baseados em bancos de dados digitais nas décadas recentes. Logo, o principal objetivo deste artigo é investigar de que maneira se reelabora o conceito de fato museal em instituições desassociadas de acervos materiais, com base no caso do Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, 2006). O Museu foi escolhido pela originalidade no uso das tecnologias da comunicação para exposição do patrimônio imaterial no Brasil, tendo influenciado a formação de outras instituições brasileiras. Adotaremos como metodologia: pesquisa bibliográfica, levantamento dos projetos de arquitetura e museografia, entrevistas semi-estruturadas com profissionais

que contribuíram para a criação do Museu, análise

de dados quantitativos relativos ao público e coleta

de depoimentos dos visitantes (considerando o

período anterior ao incêndio de 2015). Esse material pretende subsidiar a investigação sobre o desenvolvimento do conceito de fato museal no caso do Museu da Língua Portuguesa.

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TECNOLOGIA, MATERIALIDADE E ESPACIALIDADE NO MUSEU CONTEMPORÂNEO

#15 art mídia lab . Encontro Internacional de Arte e Tecnologia UFG

(out 2016) 

A ampla utilização de recursos tecnológicos, cenográficos e interativos no espaço expositivo contemporâneo, garantindo a aproximação do grande público a partir de artifícios como projeções, vídeos e terminais multimídia, associa-se ao processo de desmaterialização do acervo e estabelece novas relações entre o público e o espaço arquitetônico. É possível estabelecer um discurso museológico a partir das novas tecnologias da comunicação? Quais as consequências dessa opção no âmbito da preservação patrimonial e da concepção espacial? Para tanto, serão analisados o Museu da Língua Portuguesa (São Paulo, 2006), o Museu do Futebol (São Paulo, 2008) e o Museu do Cinema (Turim, 2000).

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O CONCEITO DE "FATO MUSEAL" E O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA

III Simpósio Internacional de Pesquisa em Museologia (nov. 2017).

O estudo proposto tem como objetivo refletir sobre as novas relações que se estabelecem entre os princípios teóricos da museologia e as recentes criações de instituições museais que, ao desenvolver temas relacionados ao “patrimônio imaterial”, desassociam-se do colecionismo de acervos materiais e propõe novas relações museológicas entre público, acervo e espaço museal. Nesse sentido, investigar quais são as novas relações que se estabelecem no que se refere ao chamado “fato museal”, conceito desenvolvido por Waldisa Rússio Guarnieri, é a proposta desta reflexão, a partir do caso específico do Museu da Língua Portuguesa

(São Paulo, 2006).
 

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O MUSEU COMO ESPAÇO DE INTERAÇÃO: ARQUITETURA, MUSEOGRAFIA E MUSEOLOGIA

Revista do Centro de Preservação Cultural da USP (jul. 2019)

O conceito de interatividade tem sido amplamente utilizado como premissa para a estruturação  institucional de museus, sendo comumente introduzido no espaço museológico nas décadas recentes. A museografia interativa frequentemente aparece como alternativa para a apresentação de acervos formados a partir de bancos de dados digitais, participando ativamente da constituição de museus encarados como centros de referências e da criação das narrativas museais. O artigo pretende analisar a interatividade entendida

como diálogo entre arquitetura, museografia e museologia, investigando sua relação com a concepção e recepção do espaço expositivo contemporâneo. Para tanto, possui como foco principal a análise do contexto brasileiro a

partir dos casos de referência selecionados: Museu do Futebol (São Paulo, 2008) e Museu do Amanhã (Rio de Janeiro, 2015). Com o estudo proposto,

pretende-se aprofundar o entendimento sobre a consolidação do campo da museografia interativa no Brasil, verificando suas implicações para o

projeto de arquitetura museal.

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ESTÁDIO DO PACAEMBU: DO PALCO DE EMOÇÕES AO GIGANTE SEM DONO

Revista do Centro de Preservação Cultural da USP (dez 2017)

Propõe-se uma reflexão sobre a inserção do futebol brasileiro nas dinâmicas globais nos anos recentes, suscitando pressões pela modernização de estádios sobretudo a partir da execução de eventos internacionais no Brasil – a Copa das Confederações (2013) e a Copa do Mundo (2014). Nesse sentido, observa-se a disseminação do imaginário relacionado ao “padrão Fifa” e ao “sonho na nova arena” como desejo de representação da grandeza dos principais clubes brasileiros. Como esse contexto, entretanto, relaciona-se aos interesses associados à preservação de estádios encarados como patrimônio cultural? Para executar essa análise, emerge o caso do Estádio do Pacaembu, em São Paulo, tombado em nível municipal e estadual, que vem sendo objeto de amplas discussões nas décadas recentes. 

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MUSEUS COMO FENÔMENO DE MASSAS: ARTE, ARQUITETURA E CIDADE

XIV Seminário de História da Cidade e do Urbanismo USP São Carlos

(set 2016)

O século XX foi marcado pelos impactos da modernização e da industrialização, propiciando uma série de questionamentos acerca das consequências da produção serial no campo das artes, arquitetura e cidade. O crescimento da cultura pop norteamericana, associado ao contexto de crise do objeto, da arte e da cidade, relaciona-se diretamente à produção da arquitetura e do espaço urbano, que passam a assumir características dos meios de comunicação de massas. A questão principal suscitada por esta reflexão é compreender como os museus se inserem no contexto da sociedade de massas. Desta maneira, o artigo se desenvolverá a partir de três eixos de análise. Em primeiro lugar, propõe-se o estudo da cultura pop e de suas implicações na produção do espaço urbano – enfatizando as experiências norte-americanas de Disney e Las Vegas. A seguir, será avaliada a arquitetura como elemento de inserção do museu na sociedade de massas – a partir dos exemplos do Museu Solomon R. Guggenheim (Nova York, 1959), do Centro Cultural Georges Pompidou (Paris, 1977), do Museu Guggenheim Bilbao (Bilbao, 1992), entre outros. Por fim, será proposta uma reflexão sobre o papel do museu no contexto da pós-modernidade e da cultura de massas.

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